Foto anexada ao item
A imagem fica presa ao ponto do formulário em que foi tirada — não solta numa conversa de WhatsApp.
O caminho é sempre o mesmo: você monta o formulário, a equipe preenche em campo — com ou sem internet — e o escritório recebe o registro pronto, com foto e assinatura no lugar certo.
O dado é escrito uma vez, onde o trabalho acontece. Todo o resto é consequência disso.
Você define os campos que a operação precisa — texto, listas, números, foto, assinatura — e as regras condicionais entre as perguntas. É a etapa em que o processo da empresa vira um roteiro na tela.
O técnico abre a tarefa no aplicativo e responde no lugar onde o trabalho acontece. Sem sinal, o preenchimento continua: fotos, medições e assinatura ficam salvas no aparelho.
Quando a conexão volta, o registro sobe automaticamente. Ninguém precisa lembrar de enviar, e nada depende de a pessoa voltar à base para transmitir a informação.
As respostas chegam consolidadas, com o relatório completo de cada preenchimento: o que foi respondido, as fotos anexadas e a assinatura coletada.
As informações coletadas podem alimentar o sistema de gestão que a empresa já usa. O formato dessa integração é definido com o nosso time na implantação.
Menos papel para carregar e nenhuma dependência de sinal para trabalhar.
A informação chega inteira, sem a etapa de redigitar o que veio escrito à mão.
Quando o cliente questiona o atendimento, o que resolve é o que ficou guardado junto da resposta.
A imagem fica presa ao ponto do formulário em que foi tirada — não solta numa conversa de WhatsApp.
O cliente assina no próprio aparelho, e a assinatura fica no mesmo registro do atendimento.
Quando alguém questiona o que foi feito, o registro existe com o que foi respondido e quando.
Sem projeto de seis meses: escolhe-se um processo e roda-se com uma equipe antes de ampliar.
A conversa começa pelo que a equipe já coleta hoje — em papel, em planilha ou no WhatsApp.
O roteiro vai para a tela e é testado antes de a equipe usar em campo.
Um processo, uma equipe. O que não funcionar volta para ajuste antes de ampliar.
O aplicativo continua funcionando normalmente. Os preenchimentos ficam guardados no aparelho e sobem automaticamente quando a conexão voltar — pode ser horas depois.
Não. O FlowGO trata da coleta em campo; os dados coletados podem ser enviados ao sistema que a empresa já usa. O formato é definido com o nosso time na implantação.
O aplicativo é a versão digital do formulário que a equipe já preenche. Quem sabe executar o trabalho consegue responder o roteiro na tela.
Sim, e costuma ser o melhor caminho: um processo, uma equipe, e a ampliação depois que o fluxo estiver rodando.
Uma ordem de serviço, uma inspeção, uma entrega — a demonstração é montada em cima do que a sua equipe faz hoje.